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sábado, 21 de junho de 2008

“MORRISSEY” por DJ Zoony


Um dos artistas mais importantes dos anos 80, também foi dos anos 90 e ainda é hoje. Não é ninguém inovador, não faz música eletrônica, ao contrário é retrô ao extremo e aparenta só admirar o que é antigo e ultrapassado. Mesmo assim, é idolatrado porque fala de amor e da condição humana de hoje, o que é, de qualquer forma, universal e atemporal. Estou falando de Morrissey. Sim, aquele mesmo, dos Smiths! Ah, os Smiths!Tenho uma amiga que faz parte de uma comunidade do Orkut com o nome de "Eu odeio os Smiths". Isto porque ela só gosta de MPB. Porque, se você aprecia música internacional, algum dia já foi fã dos Smiths ou de Morrissey, ou dos dois, ou ainda é...Os Smiths eram um caso a parte, pois foram talvez a banda mais sublime dos anos 80, com melodias ricas e alegres que tinham letras belas, românticas e intensas - as vezes com uma sexualidade dúbia, que acompanhou Morrissey sempre.E, por falar em dúvida, Morrissey também sempre manteve uma imagem pública de eremita, isolado da sociedade, vivendo sempre só, com medo de viajar, de fazer sexo, de se exibir publicamente, etc. Hahahaha....Pra quem acredita em Papai Noel. Enquanto isso saiu de Manchester e mudou-se para Los Angeles e, mais recentemente, para Roma. Pura imagem! Depois do fim dos Smiths, que aconteceu como toda e qualquer outra banda que se separou, por desentendimentos afetivos e/ou por egos conflitantes, Morrissey logo iniciou sua brilhante e bem sucedida carreira solo com o single Suedehead, acompanhado inicialmente pelos outros integrantes dos Smiths menos o guitarrista Johnny Marr, que era o ego conflitante neste caso. Logo veio o álbum Viva Hate, seguido de perto pelo álbum Bona Drag, que era uma coletânea de alguns lados B de seus primeiros singles - alguns porque não caberiam todas as faixas num disco só, visto que cada single tinha 3 músicas extras cada.E ele manteve uma carreira prolixa durante estas duas décadas, lançando, para cada album, vários singles, cada um com vários lados B.Ele mudou de gravadora 3 vezes nestes mais de 20 anos, mas sempre manteve o mesmo estilo antiquado e único no show business. Sempre romântico e exagerado. Sempre poético e dramático.Agora sai uma nova coletânea com 2 faixas inéditas, que servem como uma prévia de um álbum de inéditas que deve ser lançado mais para o final deste ano.Para escutar agora, "The Youngest Was The Most Loved", de seu último álbum "Ringleader Of The Tormentors".
Ouça no IPOD!
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2 comentários:

Agnaldo disse...

Dj Zoony tem razão. Em Morrissey não há inovação musical, sobra 'blaseismo' mas ainda sim ele tocou uma geração que se tornou fã ou pelo menos que o não descartou da memória. Eu vejo este lado melodramático como vanguarda dos atuais 'EMOtional Hardcore'. Toda aquela tristeza e depressão dos anos 80 com muito lirismo e dar de costas foi a redenção de quem não podia chorar descanalizadamente. Dada a minha idade, eu tive a sorte de viver isso na época e foi importante para muita gente como eu estirar-se nas escadas dos Espaços Retrôs da vida. Morrissey me parece transcendeu a arte da música para ser um ícone das lágrimas carregadas de grilos. Coisas de fãs. Enquanto significante foi mais do que o significado de sua obra em si. Hoje ainda inspira com suas idiotices sociais e maravilhosas performances no palco. Eu acho que nem ele e nem nós hoje em dia, vivemos por dentro suas líricas. Acho que ele me ensinou a lidar com adolescentes. Do not 'Kill Uncle'. Ag-Chagas@uol.com.br

Marcia Oshiro disse...

Valeu Agnaldo! Agradecemos o comentário.
abraço